E o preconceito, hein? #desabafo

Já contei para vocês que irei me casar na Casa de Festas Elite, que fica localizada na Zona Norte do Rio. Não tenho problema algum em relação a isso, já que sou nascida e criada na Zona Norte tbm e o noivo, embora more há muitos anos na Zona Sul, passou uma boa parte da vida na Tijuca. Então, tudo certo para nós dois e nossas famílias, já que a casa situa-se em um local de fácil acesso para ambos.

Mas durante esses 6 meses de preparativos, já vi alguns narizinhos torcidos, do tipo: “Ahhhh, mas vocês irão se casar na Zona Norte?” ou “Por que não falaram antes comigo, meu marido é general e consigo o Clube Militar da Urca com um ótimo desconto!” Gente, na boa. A falta de noção das pessoas desconhece limites. Não basta vc arcar com uma festa, proporcionando um ótimo buffet, bebidas diversas e tudo o mais. Pensando em cada detalhe com todo carinho e cuidado. Porque alguém ainda irá dizer que algo não é legal, não é adequado e ainda te oferecer coisas que você não pediu, principalmente opinião.

Recentemente, ouvi uma noiva dizer que tinha amado a casa, achado linda, mas que o noivo vetou completamente, porque: “como assim nos casarmos no Riachuelo? Quer ser assaltada?” Gente, para quem não conhece, o Riachuelo é um bairro super próximo da Tijuca, de carro, sem trânsito, chega-se em 5 minutos! Além disso, a casa está situada em uma rua transversal a duas principais que todo mundo que mora no Rio conhece. Ou seja, de super fácil acesso. Seja do Centro, ou da Zona Sul, rapidamente vc chegará lá, sem se perder! Fico impressionada com pessoas que se casarão no Alto, por exemplo, e consideram o local super seguro! Tem casas lindas, é um bairro nobre, é verdade, mas é ermo, e há inúmeros relatos de assaltos e o que valha por ali. Assim como na maioria dos bairros do Rio de Janeiro. A insegurança, infelizmente, não é um fato isolado e restrito a alguns bairros. Além do que, só pra ilustrar, o Alto também fica localizado na Zona Norte! Não dá pra ter isso como parâmetro, por favor!

Quando decidimos nos casar, nós estabelecemos um teto máximo para o casamento e buscamos as melhores opções possíveis  dentro desse limite. Poderíamos, sim, optar por um casamento mais caro, mas não o fizemos por dois motivos: achávamos desnecessário e encontramos um local que nos atende exatamente da forma que buscávamos.

Visitamos sim, diversas casas no Alto da Boa Vista, Zona Sul e outros locais. Os valores eram até mesmo semelhantes, mas não posso deixar de ressaltar a quantidade de casas decadentes, necessitando de reformas, e com um estilo de decoração total anos 80 que visitamos, vivendo apenas de um passado glorioso. Fomos, inclusive, em uma casa bem famosa, cujo nome não citarei, em que tive muita pena da noiva do dia. Falta de cuidado, lounges sujos, piscina idem, refrigerante sem gás, entre tantos outros problemas que vi. Mas que ainda assim, permanece super recomendada.

Acho super válido que alguém não abra mão de casar nesses locais, como Alto e Zona Sul, desde que não direcione suas opções apenas por esse pré-requisito. Esteja disposta a pagar mais caro se o serviço oferecido acompanhar este valor e não por apenas se tratar de um local valorizado, ou porque as pessoas dizem que é “chique” se casar ali, mesmo o fornecedor deixando a desejar em muitos pontos. Conheço noivas que fecharam casas em que segundo seus próprios relatos, o Buffet não era lá essas coisas, o refrigerante era aguado, os doces precisaram ser substituídos e a decoração não as agradava, mas fecharam para se casarem no Alto (que fique claro que não tenho nada contra o bairro, pelo contrário, tem locais lindíssimos para casar, mas há casas e casas ali, muitas de péssimo acesso). Eu mesma visitei inúmeras casas assim. Eu me pergunto se, no final das contas, os convidados se recordarão do local em que a festa foi realizada ou do Buffet mal servido, da bebida sem gás ou dos docinhos com cara de ontem. Por isso, sempre avaliem muito bem quais serão suas prioridades no seu casamento!

Outro dia, li sobre a famosa discussão entre casa de festas pacotão x contratar itens separadamente e uma noiva dizia não dar para comparar um orçamento de uma casa na zona norte com uma da zona sul, por exemplo. O que na minha visão particular, é totalmente equivocado. Visitei diversos locais na zona sul a preços justos, até mesmo bem mais baratos, mas que não ofereciam o estilo de festa que eu gostaria. Locações baratas e bem localizadas. Tudo é muito relativo.

Acho que não podemos tecer comentários depreciativos baseando-se apenas em um único critério. Quando ainda pesquisava locais, só considerei aqueles que tivessem um ótimo buffet, uma estrutura que me agradasse, uma décor bacana e um pacote que suprisse a maior parte das necessidade e não onde um arranjo extra (totalmente necessário para esconder alguma imperfeição da casa, por exemplo) custasse a bagatela de mil reais. Jamais me casaria em uma região privilegiada se a casa não atendesse minhas expectativas em diversos quesitos. Acho engraçado, pois há muitos locais super procurados e caros, como o Lajedo, Meio do Mato, que embora não se situem em locais tidos como privilegiados, pois geralmente são de difícil acesso, necessitando de uma logística diferenciada, mas proporcionam festas de sonho às noivinhas que os contratam, mesmo fora do tão badalado eixo Alto – Zona Sul, com uma qualidade impecável.

Por isso, acho muito complicado utilizar esse critério da localização isoladamente, pois há uma série de fatores envolvidos. Não deêm ouvidos a quem depreciar de alguma forma suas escolhas, confie nelas e case-se de acordo com seu gosto pessoal e de seu noivo, e seja feliz, independente da opinião e da maldade alheia.

Estou muito orgulhosa do meu casamento, principalmente, orgulhosa de mim e do meu noivo, que estamos fazendo a festa do jeitinho que queríamos, arcando com tudo que contratamos, escolhendo cada fornecedor com muito carinho e muito cuidado, nos cercando de profissionais sérios e competentes, para além de nos agradarmos, proporcionarmos bons momentos em nossa companhia àqueles que amamos. Estamos muito seguros e convictos de nossas escolhas e temos certeza de que será um grande momento em nossas vidas, que o desdém alheio não tirará o brilho da realização desse sonho. Desculpem o mega desabafo, mas estava engasgado! rsrs 

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Noivo de Branco. NÃO!

Gosto é gosto e acho que devemos sempre respeitar a escolha e opiniões das outras pessoas. Afinal, o sonho é seu e você que deve fazer como quiser e acabou mesmo.

Agora, como o objetivo do blog é registrar as nossas impressões dos itens que fazem o evento do casamento eu vou falar mesmo. Noivo de branco não existe!!

O dia é da Noiva, quem usa branco é ela. Se colocar branco você tá dividindo a atenção nas fotos e na imagem de casal. O noivo tem que estar todo arrumado e bem formal, pois ele tem a honra de uma noiva linda e maravilhosa ao seu lado. O cara me põe um fraque branco todo brilhoso para ficar ao lado da noiva!?? Isso para mim é complexo. Se veste logo de noiva, cara.

Falo isso, pois acho a maior sacanagem do mundo com a Noiva. Você olha o conjunto e é um misto de réveillon com festa religiosa. Não fica maneiro. Noivo para mim é terno escuro, sapato social e impecável. Salvo claro as cerimônias de dia e na praia.


Depois que o Pato casou assim virou uma modinha. Eu achei que tinha acabado, mas sempre me deparo com essas roupas em fotos de casamentos, eventos que vamos e nas lojas. Se o Pato casou assim e deu no que deu, acho melhor não arriscar né!! Vai que dá um branco aí...







Aqui tá beleza. Outra coisa né!

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Lista de convidados: a parte mais chata do casório



A primeira coisa que deve ser feita nos preparativos do casório é ter ideia de para quantas pessoas será o casamento, nem que seja ao menos uma média. Isso é importante porque praticamente todos os itens a serem contratados serão proporcionais a este número. O buffet, a quantidade de bebidas, doces, lembranças... Em algumas casas, até mesmo a locação do espaço físico é proporcional ao número de pessoas contratadas. Assim, é fundamental que seja feita uma lista preliminar bem no comecinho do planejamento. Claro que ela sofrerá muitas mudanças ao longo do tempo, mas de nada adiantará pagar uma festa para 100 pessoas e ter 400 na lista, é preciso bom senso. Já ouvi muitos relatos de pessoas que convidaram mais que o dobro do contratado para o casamento, o que, particularmente, acho loucura. Somente em casos atípicos, em que a maioria dos convidados é de locais distantes, esse número se justificaria, ou festas próximas a grandes feriados ou datas comemorativas.


O que vemos é um percentual de faltosos na faixa de 30%, numa festa em condições normais. Sendo 20% antes do RSVP e mais 10% após. Essa é uma margem segura para se trabalhar, pois mesmo que se ultrapasse o número de presentes, não será nada absurdo que comprometa a qualidade da festa, ao passo que mesmo que muitos faltem, os noivos não terão um casamento vazio e nem prejuízos.


Agora, a pergunta mais difícil a se fazer para os noivos: como chegar a uma lista final de convidados? O que se deve considerar? Quem não pode ficar de fora? Familiares distantes devem ser convidados? E a turma toda do trabalho? Complicado, não? Bem, com a mudança da sociedade e consequentemente, da instituição do casamento, as grandes festas vêm dando lugar a comemorações íntimas, os mini weddings, em que a festa é oferecida a um grupo seleto de pessoas. Assim, a tendência é que os noivos convidem somente pessoas que de fato sejam importantes para o casal, participem de alguma forma e tenham convívio social intenso com os noivos. E mesmo em casamentos para um número maior de pessoas, esse movimento também é observado, e cada vez menos os casais se veem obrigados a convidar pessoas apenas por obrigação, convenção social ou política. Muito se deve ao fato de que na maior parte dos casamentos, são os noivos que dividem e arcam com os custos da festa e, consequentemente, se livram (ou pelo menos QUASE se livram) da indefectível listinha de convidados sem a menor relação com os noivos que os pais que bancam a festa trazem para o casório.


Como hoje, com a inflação casamentícia, é praticamente humanamente impossível bancar a festa para um grande número de convidados, selecionar não é só devido, como preciso. E então aquela tia distante não tem vez... Ou aquele amigo de infância cujo contato se limitou às redes sociais. Por isso, avalie bem com quais pessoas pretende compartilhar esse momento tão significativo. Claro que não dá pra deixar de convidar o chefe, por exemplo, ainda que por mera convenção. Mas em todo caso, pense com carinho antes de sair convidando ou falando de seu casamento para deus e o mundo. Sim, muitas pessoas não tem noção alguma e se auto-convidarão para o casamento. Por isso, quanto mais discreta vc for, melhor. Claro que a vontade de postar cada prova do vestido no facebook é enorme, mas contenha-se e poupe-se de aborrecimentos desnecessários. Convide pessoas que façam diferença, tenham uma boa relação e torçam por vocês. No mais, curtam os preparativos e sejam felizes.

No link abaixo, o cerimonialista badalado Roberto Cohen, fala sobre a tão temida lista de convidados, os primeiros cortes a se considerar e o que a diz a etiqueta sobre quem incluir ou não. Vale a pena dar uma olhada, pois as dicas são ótimas.

http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2013/07/dicas-saiba-como-preparar-sua-lista-de-convidados-e-evitar-as-saias-justas.html 


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Making Of do Noivo

Já falei aqui que eu sempre quis mais do que a Dani o seu Making Of no hotel. Eu sempre quis ter essa recordação dos preparativos dela e também fotos dela vestida de noiva. Primeiro que eu acho ela linda demais, não só porque sou completamente apaixonado, mas em todas as vezes que a encontro me vem aquele pensamento “como ela é linda” e imagina como ficará de noiva ainda!!

Com isso, sempre estive empolgado em ver o hotel e insistia para que ela fechasse logo os outros itens que compõem. Quando começamos a ver as fotos desses Dia da Noiva, nos deparamos com a versão masculina e começamos a gostar da ideia. Para quem tem como fazer eu acho super bacana e fica bem legal como recordação mesmo.

No meu caso, começamos a ver o melhor lugar para juntar os amigos e fazer algum registro. A nossa casa de festas possui um camarim que algumas noivas se arrumam, mas a utilização é para apenas três horas antes do casório. Como nossa festa é às 21hs não terei como usar lá, pois faremos a cerimônia religiosa. Lá seria maneiro para umas fotos antes da casa arrumada. Em casa não daria e acho que o resultado não seria tão legal assim.

Tem casais que até alugam um quarto no mesmo hotel para o noivo, assim o fotógrafo pode registrar os dois momentos, mas nós não achamos muito legal essa opção e ainda corremos o risco de nos encontrar. Aí já viu né.

Se não tivermos nenhuma novidade até lá, iremos abortar essa missão. Até porque seria mais um custo que não estamos MESMO podendo ter. Dentro dessas “perfumarias” de casamento seria o primeiro item na minha linha de corte, pois se dependesse em abrir mão disse para uma lua de mel mais confortável eu não pensaria duas vezes.

Ainda assim acho que quem pode fazer, deve sim registrar o momento!! 











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Degustação de doces (Louzieh) e fechamento do modelo dos convites

Sábado foi um dia bem produtivo. Após uma pausa nas escolhas para o casório, afinal, tínhamos que capitalizar diante de tantos gastos, finalmente conseguimos decidir o modelo dos convites na Papel e Estilo. Fechamos o contrato na Expo e precisávamos decidir no escritório o modelo real, uma vez que o escolhido na feira funcionaria apenas como crédito. O que foi uma sacada ótima da empresa, pois escolher algo tão importante em um stand freneticamente lotado não seria bacana, né? Ponto para eles! Essa foi a nossa terceira ida ao escritório e, enfim, conseguimos nos decidir! rsrs Diante de tantas opções, acabamos escolhendo aquele pelo qual eu havia me apaixonado ainda na primeira visita. Fizemos algumas modificações e estamos muito felizes com a nossa escolha! Tão bom quando as coisas saem do jeitinho que sonhamos, né?

Como o noivo mora em Copa e o escritório da Papel e Estilo tbm é lá, aproveitamos e agendamos uma degustação na famosa Louzieh, tudo bem pertinho. Sempre ouvi falar muito bem dela, de quanto seus doces são maravilhosamente bem feitos e gostosos. E tbm caros. Pedi uma tabela por desencargo de consciência, mas sem levar fé de que os docinhos seriam para o meu bico. E, realmente, não são baratos. Mas fiz um comparativo de preços de outros fornecedores e descobri que a diferença não era tão grande assim (em muitos itens, é de poucos centavos) e a qualidade me parecia bem superior. Por isso, resolvemos agendar uma degustação e tirarmos nossas próprias conclusões. 

Fomos recepcionados pontualmente pela Carol e extremamente bem atendidos. Sem pressa alguma, nos mostrou cada docinho, esclareceu todas as nossas dúvidas e não nos impôs absolutamente nada. Pelo contrário, nos deixou muito à vontade. Permanecemos por 1h no escritório e nem percebemos. Posso dizer com propriedade, já que degustamos os doces de grande parte das doceiras que as noivinhas indicam, que foi o melhor atendimento que já recebemos na busca por esse item. Já contei aqui umas grosserias totalmente desnecessárias que uma certa fornecedora conhecida fez conosco e como considero o atendimento MUITO importante, estamos bem inclinados a fechar os doces extras com a Louzieh. O que está pesando muito para a nossa decisão é também o fato dos doces serem bem diferentes aos trabalhados na nossa casa de festas, o que não acontece com os demais fornecedores, cujos produtos se assemelham bastante.

O pagamento é super facilitado, e caso eu escolha docinhos que não estavam presentes na degustação, posso retornar ao escritório para prová-los sem custo algum, antes de decidir. Achei um super cuidado com o cliente, nada disso nos foi proposto por nenhum outro fornecedor (pelo contrário, se algum doce fora da degustação era mencionado, a resposta era, em outras palavras: problema é seu, contente-se com os que provou).

Pretendemos fechar com ela os doces para compor a mesa atrás do bolo. Como a nossa casa de festas já oferece docinhos, bem bonitos e em quantidade considerável, contrataremos esses para darem um up da decoração da mesa. Nunca vi doces mais bonitos e bem feitos. Grandes e muito, muito, muito gostosos! Pela primeira vez na vida provei docinhos que geralmente não gosto, como damasco, melão, e outras frutas, e amei todos. Nem um pouco enjoativos, maravilhosos mesmo! Ainda ganhamos dois bem casados lindos, coincidentemente, das mesmas cores da nossa decor!

Seguem algumas fotinhos da degustação.



 



E-mail: contatos@louziehdoces.com.br
Website: http://louziehdoces.blogspot.com
Facebook: https://www.facebook.com/louziehdoces/

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O Primeiro Filho

A frase “Quem casa quer casa” é famosa, mas um item que é quase sequencial é aos outros é a compra de um carro para a família. Para quem já tem ou quer trocar, separei algumas dicas para o melhor momento. Esse assunto sempre cairá para a responsabilidade do homem e precisamos estar preparados.

Antes de tomar essa decisão de compra, é preciso avaliar se um carro cabe mesmo em seu orçamento. Além do valor para a compra você terá os custos de manutenção, pesquisas indicam que um carro custa em média 3% do seu valor por mês. É prudente inserir esses valores em seu orçamento para ver se comporta. O seguro é em teoria 5% aa do valor do carro (eu trabalho com seguro e te falo que esse número está subestimado, determinados carros e locais de residências, chega até a 10 ou 11%) e o IPVA cerca de 4% aa.

O início e o final de cada ano são os melhores momentos para se comprar. Nisso o importante é analisar o ano de fabricação, pois é o período de troca de ano. Aí devemos ponderar se vale a pena comprar um carro com o novo período ou de ano anterior se houver desconto favorável. Além do final do ano, deixe sempre para o final do mês para ir à concessionária, pois é o momento que algumas avaliam o cumprimento de metas e se não batido dão desconto para que isso ocorra. É nessa hora que surgem mais descontos.

Comprar a vista sempre sai mais barato, mesmo sem desconto o valor final de desembolso será infinitamente menor ao de um financiamento ou consórcio. Agora é hilário ler isso em recomendações de economista né!! Quem é que pode comprar um item de 30 mil assim, como se fosse uma itaipava!!?? Acho que o mais importante é que se tiver uma graninha acompanhar esses descontos de 50% do valor e o resto parcelado sem juros. Aí sim vale mais a pena do que desembolsar todo o valor!!

Sempre tem um amigo que vem falar: “Ah faz um consórcio!!”, aqueles caras que acham que é o Gustavo Cerbasi ou o Mauro Halfend. Mas nem para todo mundo  consorcio é vantagem. Existe sim diferença grande com o valor do financiamento, mas o conceito principal do consórcio é de uma compra programada e o bem fica condicionada a um bom lance ou sorteio, o carro não sai na hora. Outro ponto é que não tem juros, mas você paga a taxa de administração e demais taxas atreladas. Por isso dependendo do valor de entrada, o financiamento pode ser mais vantajoso e chegando a 50% do valor do carro tem essas promoções do resto sem juros, como já dito aqui.


Por fim avalie sempre se é o momento de trocar de carro, as vezes a desvalorização do mercado em relação a tabela FIPE faz com que o custo do carro seja maior percentualmente que um novo carro, aí está a hora da mudança. Outros itens podem ser considerados, como se o carro não atender mais a realidade da família ou do proprietário. Mas sempre avalie tudo que está inserido nessa mudança, pois o carro é sim um filho e um FILHO BEM CARO.


Boas tabelas da InfoMoney para tomar a melhor decisão







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“Toda unanimidade é burra”, já dizia Nelson Rodrigues...

Esse post surgiu após algumas experiências que tive ao ingressar nos preparativos do casório. Acredito que uma das primeiras providências que uma noiva toma assim que marca seu casamento é buscar referências de possíveis fornecedores, através de relatos de outras noivas. Pelo menos, comigo foi assim. Sempre é muito válido ouvir o que outras pessoas tem a dizer sobre profissionais a quem confiaram seu casamento.

Pois bem, esses relatos são super importantes, porém é ainda mais essencial que você mesma experimente o fornecedor, entre em contato com ele, verifique se há a empatia necessária, se o estilo de trabalho dele se adequa aos seus gostos e necessidades, ao tipo de casamento que vc pretende ter. Isso é primordial. Digo isso porque nesse meio, assim como praticamente em todos os outros, não há verdades absolutas. Não contrate alguém apenas porque ouviu 100% de impressões positivas de outras pessoas, pois o que as atende com excelência, pode não atender você. É fundamental que vc tenha suas próprias impressões a respeito do fornecedor, até pq, precisa contar com um time em que confie plenamente, para ter a segurança necessária que um evento deste porte exige.

Comigo aconteceu o seguinte: sempre tive uma grande preocupação com cabelo e make e busquei com a maior antecedência possível referências sobre esses profissionais, visto que costumam ter agendas lotadas. Todas as indicações apontavam para um mesmo nome. Havia pesquisado orçamentos anteriores (de datas próximas) e estavam dentro do que pretendia pagar, pelos serviços oferecidos. Como o profissional não fornecia orçamentos por e-mail (desconfie dessa prática, mesmo que fatores como deslocamento influenciem no preço final, percebi que é muito comum um fornecedor optar por não enviar orçamentos dessa forma para não se comprometer, uma vez que geralmente pratica preços diferentes, levando vários fatores em consideração – local da festa, poder aquisitivo aparente da noiva, entre outros), entrei em contato via telefone. E foi a melhor coisa que fiz, uma vez que o achei extremamente arrogante e estrela nesse primeiro contato. Acredito fortemente na sabedoria popular que diz: 50% de um negócio é o atendimento prestado, os outros 50%, o serviço em si. Um profissional arrogante, ainda que fosse o mago da maquiagem, não serviria para mim, pois trata-se de uma característica que abomino nas pessoas. E jamais me sentiria à vontade tendo uma pessoa assim ao meu lado, no dia mais importante da minha vida.

Por isso, repito: não contrate um fornecedor levando em consideração apenas relatos positivos alheios. Utilize-os sim, como referências, como norte, mas não deixe de tirar suas próprias conclusões a respeito. Depois desse episódio, passei por outros no mesmo sentido. Ouvia maravilhas de algumas doceiras, por exemplo, e quando agendava a degustação, me decepcionava, seja com o atendimento, seja com o produto em si. Infelizmente, muitas pessoas são tão facilmente sugestionadas pela fama de um determinado profissional, que não se atentam para possíveis falhas (muitas vezes gritantes) no seu serviço. Somente para ilustrar esse fato, esses dias mesmo fomos comemorar o Dia dos Namorados em um restaurante super bacana em um hotel do Leblon. Antes de decidirmos por ele, buscamos referências e havia muitos relatos positivos e também alguns negativos, reclamando do atendimento e dizendo que não valia o que custava. Fomos mesmo assim e foi tudo maravilhoso! Música perfeita, comida deliciosa, ambiente acolhedor e romântico e uma vista sensacional. Se tivéssemos nos orientado somente por opiniões alheias, buscando um local com avaliações 100% positivas, teríamos deixado de viver uma experiência maravilhosa! E assim é tudo na vida, se para tudo fosse necessário unanimidade, como seria sem graça a vida!

Avalie, pesquise, deguste, experimente, agende uma audição com os músicos que lhe recomendaram, bata um papo para sentir a vibe daquela cerimonialista famosa, tente averiguar de perto a qualidade de tudo aquilo que deseja contratar. Nada substitui a nossa avaliação a respeito dos profissionais. Tenho ouvido muitos depoimentos de pessoas que contrataram profissionais badalados, renomados, e tem encontrado diversos problemas no trato com os mesmos, por se tratarem de pessoas difíceis, inflexíveis, que negligenciam o desejo dos noivos. O resultado final pode até ser mesmo bom, mas será que vale o stress ou ter um casamento lindo mas que em nada remeta ao gosto do casal? Acredito ser muito mais válido contratar alguém que talvez não tenha fama, mas que trabalhe bem e esteja preocupado em ouvir vocês e lhes proporcionar um casamento do jeitinho que sonharam, qua não será igual ao de fulano ou beltrano, mas que será a cara do casal, mesmo que considere um cortina de voil brega (já ouvi fornecedora falar isso de uma cliente que a contratou e queria o item). Afinal, o conceito de brega é relativo, não? E, além disso, orientação é uma coisa, imposição do gosto pessoal e vontades são outras, bem diferentes. 

Por isso, avaliem bem e cerquem-se de profissionais com quem tenham afinidade e sintam-se seguros com o trabalho executado. Nada paga ter paz no coração nesse momento de stress natural dos preparativos.
 



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