Relato de Fornecedores - Parte IV


Vestido e Véu - WG Noivas


Essa loja foi uma grata surpresa para mim, pois não a conhecia e muitos não a conhecem também. Fui a todas as lojas de vestidos de noivas que vocês possam imaginar, mas somente lá achei os vestidos incrivelmente brancos, como eu queria. Nas demais, a maioria das peças eram of white e, particularmente, eu queria muito casar com um vestido bem branco. Sempre quis um modelo princesa, somente nele eu me sentia noiva. Tinha salvo diversas referências de modelos e o vestido que experimentei nessa loja era exatamente do mesmo jeito, mesmo corte, mesmo tecido, os mesmos detalhes. Me apaixonei, mas não fechei de cara. Fui a mais algumas lojas para tirar a dúvida e, após experimentar outros vestidos, tive certeza de que era aquele mesmo.

O atendimento foi irrepreensível. Fiz 4 provas do vestido, e em todas, ele estava impecável e com as alterações solicitadas (pedi manguinhas, aplicação sutil de cristais swarosvisky em detalhes da renda e um barrado de renda). Sempre sonhei em casar com um vestido com manguinhas e como o escolhido era tomara que caia, pedi para incluírem manguinhas bem românticas caidinhas no ombro. E assim foi feito. No dia da retirada do vestido, pedi para experimentar mais uma vez e decidi arrancá-las! Não sei o que me deu, mas não as queria mais. E eu, que nunca quis casar de tomara que caia, estava lá com meu decote coração! Rsrs Acataram tudo o que pedi. Zero estresse. Não tive nenhuma preocupação ou aborrecimento com a loja. Foram extremamente corretos. Fiz primeira locação e não foi barato, mas vinha o véu incluso (pedi véu duplo de 3m e acataram certinho) e o cancan e tive um bom desconto por pagar à vista. Amei muito o meu vestido, apesar de ter cismado que ele era armado demais faltando dias para o casamento! Hahaha Mas depois da festa, não queria mais tirar!














Grinalda – Ouvidor 120


Escolher a grinalda foi muito difícil, porque eu não conseguia definir um penteado e só decidi muito próximo à prévia, que foi um mês antes do casamento. Não queria deixar esse item para tão próximo assim, então, optei por uma peça versátil, que pudesse ser usada como tiara ou porta-coque. Fui a Ouvidor 120 e me apaixonei perdidamente por uma tiara toda em zircônias, com uma florzinha lateral em cristal. Achei tão delicada e tinha um brilho tão bonito, que ela me escolheu e não teve jeito, comprei e nem pesquisei outras. Linda e delicada, como eu queria. Ela fará outra noivinha querida feliz! Recomendo muito!


 


Brinco – Ali Express


Sempre quis um brinco clássico, em forma de gota, de zircônias. Vi muitos nesse estilo oscilando em torno de 300 reais. Achava muito para dar em um brinco que usaria somente uma ou pouquíssimas vezes. Comprar uma joia estava fora de cogitação no momento. Então, resolvi buscá-lo no Ali Express. Achei um brinco exatamente do jeito que queria, paguei 13 dólares, chegou super bem embalado e muito mais bonito do que no site. Demorou mais ou menos um mês e meio para chegar e comprei antes do Natal.





Anéis – Ali Express e Solitário Vivara


Depois do sucesso da compra do brinco, que foi minha primeira no Ali, resolvi comprar dois anéis para escolher um deles para usar no casamento também. Foram do mesmo vendedor e são lindíssimos pessoalmente, super bem feitos, réplicas do solitário da Tiffany, mas ficaram um pouquinho largos. Acabei não usando nenhum deles, pois o noivo fez uma surpresa no dia do casamento e mandou entregar um solitário lindo que comprou na Vivara no meu making of, junto com flores para a minha mãe. Foi uma surpresa maravilhosa e acabou sendo o único que usei no dia.





Sapato – Mega Shoes


Sempre quis um casamento clássico e nem cogitava um sapato que não fosse branco. Mas meu coração bateu muito forte por um peep toe com laço atrás, na cor rosa chá, que vi na fanpage da Internovias. Custava quase 500 reais, mas estava disposta a pagar, com muita dor no coração, por ter me apaixonado por ele. Até que me convenceram a ir na Mega Shoes e acabei achando o mesmíssimo sapato, rosa antigo, por 230 reais! Comprei e levei o noivo junto, pois temos quase a mesma altura e eu não queria ficar mais alta! Hahaha Fiquei com ele a festa inteira, fiz chão chão chão várias vezes, super confortável. Só tirei no hotel. Recomendo muito. 






Perfume – Ricci Ricci de Nina Ricci


Amooo os perfumes da Nina Ricci. Estava doida por esse, pois o cheirinho era maravilhoso e a embalagem linda. Estava esperando alguma viagem para comprar, quando o noivo fez surpresa e me deu de presente, para que eu usasse no casamento. Foi ótimo porque queria um cheiro que me remetesse ao dia mais mágico da minha vida e também à lua de mel. Acabou se tornando o perfume mais especial da minha memória olfativa.





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Relato de Fornecedores - Parte III



RSVP ativo – Eunice Lucena – Incomparável Eventos


Acho o RSVP ativo fundamental, pois dá para ter uma boa noção da margem de faltosos. Eu convidei 63 pessoas a mais e me arrependi de não ter chamado mais algumas. Mesmo com o rsvp, algumas pessoas que confirmam faltam e não dão a menor satisfação. Chato, mas acontece. No geral, o meu deu certo e ficou dentro do esperado pela margem de erro.



II - Durante



Fotografia e Filmagem – Thiago Esteves (Stevez Produções)


Esse item, desde o início, era tarefa do noivo. Ele entende um pouco de fotografia e logo de cara gostou do trabalho do Thiago. Pesquisamos vários profissionais, mas nenhum nos tocou da mesma forma. Marcamos uma reunião e foi amor à primeira vista. Saímos de lá com o contrato de foto e filmagem fechados. Primeiro e único fotógrafo que encontramos pessoalmente. Ter uma equipe única e entrosada era algo que buscávamos e o preço estava bem justo na época. Sem dúvida foi uma das melhores escolhas do meu casamento. Foram super pontuais e toda a equipe foi incansável em me proporcionar um ambiente leve, gostoso e descontraído. O Thiago dirige as fotos, dá dicas, fala sobre posicionamento, então fica bem mais fácil. Casei no centro da cidade e queria muito tirar fotos na Alerj e prontamente o Thiago atendeu ao meu pedido. Além de um profissional excelente, é extremamente gente boa, acessível e comprometido com o que faz! Recebi as fotos oficiais e amei o resultado, fiquei completamente encantada com o olhar fotográfico dele, foi muito além das minhas expectativas mais otimistas. Indico com toda a força e amor do mundo. Ainda não recebi o vídeo (por atraso totalmente meu na escolha das músicas), então não posso avaliar, mas os cinegrafistas eram gente boníssima também e me deixaram muito à vontade.


 




Carro – Conduzindo Noivas – Chrysler 300C


Fechei na Expo Noivas, após pesquisar bastante sobre a idoneidade da empresa. Tudo transcorreu tranquilamente. Foram pontuais, motorista simpático e educado, carro lindo e limpo, vidros escuros como eu queria. A Elizabeth (dona da empresa) é muito solícita e disponível. Ganhamos a plaquinha do carro personalizada, bem fofa. Recomendo muito.






Cerimonial do dia – Eunice Lucena – Incomparável Eventos



A Eunice foi ótima durante todo o processo. Costumo brincar e dizer que ela é um caso raro no mundo casamentício, pois oferece muito mais do que o contratado. Eu contratei somente cerimonial do dia, mas ela sempre se mostrou muito disponível, sanou todas as dúvidas que tive e que não eram obrigação nem função dela. No fim das contas, ganhei uma assessoria completa. O preço foi justíssimo. Tive uma reta final dos preparativos bem conturbada, por alguns dias, faltando menos de um mês para o casamento, fiquei sem celebrante e logo em seguida o tive de volta. Prontamente ela me ajudou a buscar outros profissionais (felizmente não foi necessário). Acabei trocando o meu cerimonial da festa pelo RSVP ativo, pois estava tendo dificuldades com a casa de festas em relação a isso. Por isso, somente a tive na igreja. Deu tudo certo e não tivemos nenhum imprevisto. Meu cortejo foi lindo e tudo estava conforme pedi. Recomendo muito.


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Relato de Fornecedores - Parte II

(ps: peço desculpas pelas fotos viradas, mas o blog não me deixou ajeitar de forma alguma)


Convites – Papel e Estilo

Fechei meu primeiro contrato do casamento em janeiro de 2013 e em março já estava vendo convites (a louca! Rsrs). Visitei algumas lojas, mas me encantei por um modelo da Papel e Estilo, que estava bem acima do que pretendia gastar nesse item. Como tínhamos muito tempo até o casório, a própria atendente nos orientou a aguardar a Expo Noivas de Maio/13, pois poderíamos fechá-los com 30% de desconto. E assim fizemos. Na feira, contratamos um modelo qualquer, para escolha posterior no escritório. Lá, nos informaram um valor abaixo do passado no escritório do modelo que me apaixonei. Achei estranho e solicitei a confirmação dos valores por e-mail. Como foi confirmado novamente pela atendente, não me preocupei. No momento de fechar o modelo correto e detalhes, como fontes e etc, me disseram que o valor estava errado. Mostrei o e-mail de confirmação e prontamente acataram o orçamento que haviam me passado, sem contestações. Na época de aprovação do layout e liberação de impressão, o escritório do Rio fecharia e me ligaram para agilizar o processo, caso eu quisesse recebê-los em mãos. Com isso, em fevereiro, antes do prazo estabelecido por eles, eu estava com meus convites prontos. Todos vieram corretos, muito bem feitos, e incluíram quase 10 convites extras no caso de eventuais erros. Ficaram lindos e exatamente como pedi. Amei os meus convites e tive um feedback excelente dos convidados. Optei por tags para os nomes e todos vieram escritos corretamente, numa tag lindinha transpassada na parte de trás do laço do convite. Recomendo muito.







Site do casamento – Marcelo Gonçalves (o noivo)

Embora seja administrador, meu hoje marido é praticamente formado em Informática também e entende bastante de programação e design gráfico. Com isso, ele me fez uma surpresa e quatro meses antes do casamento, me mostrou o site pronto que ele estava fazendo há meses. Eu não sabia de nada e até então estava certo que faríamos um no emotion.me. Sou suspeita, mas achei a coisa mais fofa do mundo e muito a nossa cara! Rsrs Quem quiser dar uma olhada, o endereço é www.marceloedani.com.br. Nem preciso dizer que o recomendo muitíssimo! Hahaha



Lista de Presentes – Ponto Frio

Foi uma escolha excelente, não tive nenhum tipo de problema com eles. Todos os presentes são notificados por e-mail e todos são passíveis de liberação ou conversão em créditos, que pode ser feita a qualquer tempo, até o encerramento da lista, 45 dias após o casamento. Optei por converter tudo para poder escolher exatamente os itens que eu queria. Um ponto fraco do Ponto Frio é a indisponibilidade de muitos produtos, o que fez com que eu precisasse editar a lista quase todos os dias, mas creio ser um problema comum à maioria das lojas virtuais. Outro ponto negativo é o fato de desmembrar um pedido único em várias entregas diferentes. No mais, nada a reclamar. Só tive problemas na conversão de um presente que foi dado em combo com outro e rapidamente resolveram. Recebi todos os vales no meu e-mail automaticamente após a conversão e o uso deles é muito simples. Além disso, são válidos por um ano após e prorrogáveis por mais 6 meses. Recomendo muito.



Lista de Presentes – Camicado

Coloquei a lista na Camicado somente pela possibilidade de tê-la disponível nas lojas físicas, pensando nas pessoas idosas e nos não adeptos a compras virtuais. Particularmente, acho a loja bem carinha, embora tenha produtos lindos e de qualidade, o mesmo item pode custar o dobro de outras lojas. Mas entre as opções de lista física disponíveis, era a que melhor me atendia. Optei pela lista 100% crédito, e passei hooooras editando-a no site, que é extremamente lerdo e chato. Nesse tipo de lista, teoricamente, eu não receberia nenhum presente em casa e posteriormente, teria que ir a uma loja física para resgatar os créditos. Qual não foi minha surpresa, quando faltando uns dez dias para o casamento, entregaram vááários presentes na casa da vizinha, que eu NÃO autorizei a receber nada, pois minha casa estava vazia. Imediatamente, fui até a loja entender o que havia acontecido. E, para minha surpresa, o sistema não havia acatado minha opção de lista e havia outra entrega agendada para o dia 27/06. Concordei em receber os produtos, com a condição de poder converter todos em crédito, como a lista escolhida me permitiria. A princípio, a atendente disse não ser possível, e após um pequeno escândalo meu dentro da loja, tudo foi rapidamente resolvido. No dia 27/06 permaneci em casa o dia inteiro e não apareceram, mesmo após confirmação de entrega através do chat. Entregaram alguns dias depois sem aviso prévio e só estava em casa por ainda estar de férias. Tive que levar todos os presentes na loja física e fazer o fechamento da lista lá. Converteram todos os produtos em créditos e recebi um cartão que pode ser utilizado em qualquer loja. O procedimento de fechamento é bem demorado e o ideal é marcar horário para atendimento. Recomendo com ressalvas, pois continuo achando a opção menos pior de lista física, desde que confirmem em todos os meios possíveis se foi acatada coforme a opção desejada.



Convite dos Padrinhos – DIY

Fizemos uma caixinha com uma mensagem personalizada para cada um, colocamos bombons de chocolate belga dentro (Sweet in Box – recomendo muito!) e fechamos com um laço de fita de cetim. Nas caixinhas que entregamos por último, colocamos bombons da Cacau Show, devido ao tempo que ficaram guardadas. Ficaram lindas e todos adoraram. Compramos as embalagens com abertura em acetato na R4 Embalagens de Copa, o rolo de fita de cetim também e a mensagem escrevemos e imprimimos em papel vegetal.






Capinha personalizada para celular – Flavia Mello 

Queria uma capinha de celular com a arte da identidade visual do casório. Pedi a Flavia e ficou fofíssima! Foi entregue super rápido e ela é extremamente comprometida com o que faz! Amei o trabalho e o atendimento. Recomendo muito!







Embalagem da gravata dos padrinhos – R4 Embalagens

Decidimos entregar as gravatas para cada padrinho em mãos, junto com nosso convite de casamento. Compramos as caixinhas na R4 e fechamos com um laço de cetim. Ficou fofo e todos gostaram. Com receio de algum padrinho esquecê-la em casa, compramos gravatas iguais a mais e deixamos com a cerimonialista, que as levou para a igreja. Graças a Deus ninguém precisou das extras! Rsrs







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Relato de Fornecedores - Parte I

Finalmente, após longos 4 meses, inicio o relato de fornecedores do nosso casamento. Irei postá-lo em partes para que não fique muito extenso ou cansativo. Não posso deixar de citar a importância do blog na louca, estressante e deliciosa saga dos preparativos do casório. A ideia inicial era que fosse um cantinho totalmente anônimo, sem fotos nossas, apenas para servir de registro dessa nossa fase e também como válvula de escape, pois muitas coisas que passamos e não podíamos comentar com outras pessoas, eu extravasei aqui. Acabou tendo uma repercussão que eu não esperava e descobri muitas leitoras. Foi ótimo saber que pude ajudar outras meninas de alguma maneira, ainda que à distância. E foi muito bom também ter esse espaço de desabafo, me ajudou muito. Sou formada em Comunicação Social e amo escrever, então, pretendo continuar atualizando-o, pois virou mesmo um hobby.

Sim, o relato terá fotos. Decidi reavaliar minha decisão de não publicar fotos nossas no blog para preservar nossa privacidade, pois acho que será injusto não mostrar como tudo ficou. Muitas de vocês, mesmo sem saber, me deram ânimo e um novo fôlego através de seus blogs e relatos para continuar, quando a barra estava difícil de suportar. Espero que possa ser útil a vocês conhecer um pouquinho da minha experiência.


I - Antes

Chá de Lingerie Surpresa

Eu não tive chá de panela. Nunca tive vontade de ter um e nem me organizei para tê-lo. No meio dos preparativos até dei uma animada, mas só de pensar em ter mais algum evento para planejar e executar, eu desanimava novamente. O noivo, que foi extremamente participativo durante todo o processo, queria muito fazer um chá-bar conjunto e eu não achava justo vetá-lo. Mas a participação dele incluía (muita) cerveja e mais um moooonte de amigos, e chegamos à conclusão de que não seria financeiramente viável. Com isso, nossas famílias se sensibilizaram e nos presentearam com praticamente todos os itens do chá de panela. Mas considero extremamente válido, por fazer parte do ritual de passagem e pelo momento de confraternização em si e esquenta para o casório. Por isso, uma dica que dou para quem deseja fazê-lo é que se organizem desde o inicio dos preparativos do casamento e destinem uma graninha para esse fim, para que não cheguem no finalzinho exaustas e falidas como eu.


Nesse embalo, acabei optando por não ter nenhum chá. Tinha considerado a possibilidade de reunir apenas as madrinhas e amigas mais próximas numa loja Loungerie, mas ela fechou nesse meio tempo. Já estava conformada com a situação, quando, exatamente uma semana antes do casório, tive um chá de lingerie surpresa que foi a coisa mais linda, carinhosa e caprichosa do mundo. Foi organizado pela minha irmã e minha cunhada junto com as demais madrinhas, Marcelo entrou na dança e fez a identidade visual do chá e as lembrancinhas. Eu não desconfiei de absolutamente nada. Teve bolo temático, chocolates personalizados, topo de bolo, um monte de lembrancinhas, decoração fofa, muitas comidinhas, espumante... Rolaram várias brincadeiras, me pintaram, tive que vestir mil calcinhas enorrrmes por cima da roupa! Haha Depois, os padrinhos subiram e a farra continuou até tarde! Eu amei, foi animadíssimo. 





Curso de Noivos – Paróquia Nossa Sra. Da Conceição – Nilópolis

Sim, eu saí de Copacabana às 06:30h da manhã de um domingo de sol e muito calor para fazer o Curso de Noivos em Nilópolis. Motivo: embora eu já tivesse assistido a uma cerimônia de casamento realizada pelo Frei José Pereira, eu queria muito mais um momento com ele antes do casamento e achei que seria a oportunidade ideal, pois esta é a paróquia dele. O curso de lá havia sido muito bem recomendado pela Carol, ex noiva do grupo e, apesar de não ser garantida a participação do frei nas palestras, resolvi arriscar. Não me arrependi. Pelo contrário, me surpreendi positivamente, pois o curso superou todas as minhas expectativas e me tocou profundamente. Não foi chato, não foi focado em religião, mas no amor, nas experiências de vida de casais que passaram por muitas adversidades e permaneceram unidos. Foi o dia inteiro, mas nem percebemos o tempo passar. O frei ministrou uma palestra linda sobre os sacramentos, fez um ensaio da cerimônia e chamou a mim e ao Marcelo para lermos os votos, foi muito emocionante. Além disso, houve palestras sobre regime de bens, direitos e obrigações do casamento civil, métodos contraceptivos, doenças venéreas, entre outras.

É paga uma taxa de 55 reais, pois é servido café da manhã, almoço e dois lanches durante o dia, muitíssimo bem servidos. Na véspera do meu casamento, me ligaram para desejar felicidades e achei de uma delicadeza ímpar. Tenho muita vontade de retribuir toda a atenção a nós dispensada participando como casal, mas a distância torna um pouco inviável.


Processo Civil – Cartório de Botafogo

Optamos por dar entrada nesse cartório, pois era mais próximo do noivo e das testemunhas que assinariam o processo. Lá não há reconhecimento nem abertura de firmas. Como a maioria dos envolvidos já tinha firma aberta no cartório de Copacabana, fizemos esse trâmite lá mesmo.

Achei o processo bem simples. Entregamos toda a documentação e após 30 dias, consultamos o andamento no site do cartório. Caso haja alguma pendência, deve ser sanada presencialmente. Caso não, ou é emitida a habilitação para o casamento civil (para casamento religioso com efeito civil) ou é agendada a data para assinatura da certidão oficial (para casamento civil apenas), que foi o meu caso, visto que optei por ficar uma semaninha em casa antes do casamento (e, diga-se de passagem, foi a melhor coisa que fiz).

Para as meninas que pretendem mudar de nome, lá não há regras pré-definidas. A noiva escreve no campo específico para este fim o nome que desejaria obter e o mesmo segue para apreciação do juiz, que pode acatá-lo ou não. Eu mantive o meu nome de solteira por razões particulares e acho que essa decisão compete exclusivamente à mulher. O noivo não gostou muito e sei que ficou chateado no início, mas já está conformado. Rsrs

Nosso casamento civil aconteceu no dia 28 de maio e foi lindo. Eu me referia a ele como meu casamento sem glamour, mas me surpreendi muito. São vários casais e a cerimônia é realizada num andar separado, com tapete vermelho e flores artificiais rsrs Eu achava que só assinaria os papéis e pronto, mas a juíza de paz chama cada casal por vez com seus familiares, faz um discursinho fofo, pede as alianças e tudo mais. Quase não as levamos, pois já estavam polidas para o casamento, mas graças a Deus eu as levei mesmo assim por desencargo de consciência! Hahaha Muuuuitas noivas a caráter, de bouquet e tudo. Antes, confesso que achava cafona. Hoje, não julgo e respeito, pois para muitas meninas, aquela seria a única celebração possível da realização de um sonho. Nada mais justo do que celebrarem como quiserem.


Processo Religioso – Paróquia Nossa Sra. da Luz

Demos entrada na paróquia do meu bairro, no mesmo dia do processo civil (03 meses antes). Correu sem maiores problemas, mas como não optamos pelo casamento religioso com efeito civil, tivemos que aguardar a assinatura e recepção da certidão de casamento para finalizarmos o processo e o entregarmos na igreja onde casaríamos. A entrevista com o padre é super tranquila, nada mais do que o preenchimento de um formulário padrão da Arquidiocese e um bate-papo bem informal. Podem ir sem medo! Rsrs


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Como o mercado de casamentos sugestiona as pessoas


Quem acompanha o blog desde o início sabe que sou publicitária. E, sendo assim, estudei a fundo esses jogos mercadológicos que fazem com que as pessoas desejem coisas específicas. Somos impactados o tempo todo por mensagens subliminares cujo objetivo é nos persuadir a consumir determinado produto, serviço, marca. No mercado de casamentos não é diferente. Assim como todos os nichos, ele é segmentado e seus eventos/mídias são planejados e executados visando atingir um determinado público-alvo. Assim, uma feira como a Expo Noivas será totalmente diferente de um evento mais exclusivo, como alguns idealizados por revistas líderes de mercado. A gigante Expo pretende atingir o maior número de noivas possíveis, enquanto os outros focam em um perfil bem específico de público, mais sofisticado.

Como noiva, fui bombardeada o tempo todo com mensagens do tipo: “tem que ter!”. Mesmo com a formação acadêmica que tenho, não foi fácil resistir (e, muitas vezes, de fato, não resisti mesmo). Li várias matérias em sites e revistas especializadas de extremo mau gosto, com títulos do tipo: “como não ter um casamento cafona”, “o in e o out em casamentos”, verdadeiras regras ditadas pelos Midas da área. Acredito que orientação seja algo muito válido, mas imposição de tendências por matérias patrocinadas, não. Assim, não é preciso ser nenhum expert no assunto para saber que o blog famoso indica fornecedores parceiros, que a revista badalada dá preferência a casamentos que tiveram como fornecedores seus anunciantes. Nada disso é errado, mas é preciso ter discernimento para não pirarmos nessa indústria casamenteira, que prega e incentiva a realização do sonho sem limites.

Não pense que se vc não casar com o vestido da marca X, usar a grinalda Y, se a sua festa não acontecer em um local renomado do eixo A-B, que seu casamento será menor. Não será. Nem tudo que as estilistas queridinhas fazem é bacana, nem todo vestido de grife veste bem, nem todo doce da doceira da vez é de comer rezando, nem todo lugar bacana tem um buffet que justifique seu preço. Vejo muitas meninas se endividando para pagar coisas que elas sequer queriam, mas bombardeadas por mensagens deste tipo, julgam agora serem imprescindíveis para o sucesso de suas festas. 

Pensamentos do tipo “Como casar sem a bateria famosa?” “Sem os picolés no fim da festa?”, “Sem um carrinho de pipoca na porta da igreja”? passam a ser dominantes. A dica que eu deixo é: adequem seus sonhos a sua realidade. Cito-me mesmo como exemplo. Numa feira da vida, enlouqueci com uma máquina de sapatilhas, totalmente fora do meu orçamento. Mas era tão bacana, que me vi fazendo mil contas e possíveis cortes para tê-la no meu casamento. Resolvi dar mais uma volta e acabei constatando que o item era muito legal, sim, mas não era uma necessidade e eu não precisava me endividar por ele. Por isso, é muito fácil perder nossa essência e aquilo que acreditamos no turbilhão dos preparativos do casamento. Manter o foco e os pés no chão é muito importante. Seu casamento será lindo, tendo o que tiver. O que importa é o amor e isso eu sei que não falta.


O que é brega para um, pode não ser para outro. O que é tendência hoje, pode não ser amanhã. Foque no seu gosto pessoal, tenha um casamento com a sua cara e seja muito feliz!


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Qual é a sua prioridade?

Enquanto termino de escrever o relato dos fornecedores do casamento (sim, eu não sei escrever aos poucos, escrevo tudo de uma vez e posto em partes, senão perco a linha de raciocínio e ai já era - vulgo TOC! hahaha) vim compartilhar com vocês um texto que não foi escrito por mim, mas gosto muito e reflete muitíssimo do que penso e do meu momento atual. Quem quiser conferi-lo na íntegra, é só clicar no link no fim da página.

Nós fizemos festa de casamento e tivemos a lua de mel dos nossos sonhos. Mas o que talvez muita gente não saiba é que dirijo um carro 2007 que comprei de outra pessoa, porque não é uma prioridade para mim ter um carro caro. Eu o considero um meio de transporte e o meu carrinho antiguinho cumpre bem essa função. Não consumo roupas caríssimas porque, da mesma forma, não é o meu foco. Já passei da fase de torrar dinheiro em noitadas (graças a Deus). Não frequento a academia da moda, aliás, no momento, não frequento nenhuma. Enquanto as pessoas estão em polvorosa pelo iphone 6, tenho um 4S e sou feliz. Hoje, minha prioridade é ter saúde, conforto na minha casa, comer bem e viajar. Conheço pessoas que priorizam tudo que eu não priorizo e simplesmente não conseguem entender como fiz as duas coisas e elas, não. Quando eu decidi fazer a tão sonhada festa não faltaram conselhos para gastar o dinheiro com outra coisa, realmente útil: "Faça uma viagem, não encha a barriga dos outros de graça!", foi o que mais ouvi. Mas decidimos apostar no sonho, casar com tudo que tínhamos direito. Valeu cada centavo. Não há um dia sequer que eu não pense na festa e abra um sorriso, não canso de rever minhas fotos, realmente não foram somente 5h de festa e 1h de cerimonia. Foi um ano e meio de preparativos e uma vida inteira para recordar. Deus foi tão bom conosco que ainda nos permitiu viajar. Como nos sonhos do Marcelo. Para quem insiste em não entender como foi possível, ta aí a receita. 



“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.
“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.
Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.
Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).
Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.
Não importa que ele pague R$ 30 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro de mais 15 anos e viaja durante um mês a cada dois anos para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.
Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.
Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!
Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.
O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:
1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.
2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.
3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))
4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.
Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, tachar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.

Fonte: 
http://ansiamente.wordpress.com/2012/05/10/a-arrogancia-segundo-os-mediocres/

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Relato de Lua de Mel - Paris e Itália - Parte VIII

Chegamos ao último post da lua de mel! Espero que tenham gostado da série e que tenha ajudado outras pessoas que planejem viajar para os mesmos locais. Em breve, começarei o relato dos fornecedores (o famoso "casei" na blogosfera). 

Roteiro da Itália - Continuação

Dia 12 – Começamos o dia com a visita guiada aos jardins e museus do Vaticano. Essa visita é bem demoradinha e se você não tiver Roma Pass ou estiver em grupo, as filas são gigantescas e é preciso bastante paciência. O ponto alto é a visita à Capela Sistina, pintada por Michelangelo, que é deslumbrante. Após os museus, seguimos para a Piazza San Pietro, linda, rodeada por colunas e estátuas e onde fica a Basílica de São Pedro. A Basílica é a maior igreja do catolicismo e é impressionante. Nela estão obras clássicas, como a Pietá de Michelangelo. Abaixo da Basílica há uma cripta, onde entre outros, encontram-se os restos de São Pedro. Seguimos para o bairro de Trastevere, que é bem pitoresco e típico, com muitos bares e restaurantes e seus varais de roupas ligando as janelas. É um dos poucos bairros de Roma não dominado por turistas, por isso, vale muito caminhar por suas vielas. Lá está localizada a Igreja San Pietro in Vincoli, que abriga o original Moisés de Michelangelo, e as correntes de São Pedro. De lá, seguimos para o Coliseu e fizemos a visita completa do Coliseu + Fórum Romano, seguindo para o Palatino, onde está o Arco de Constantino, cuja lenda diz ser o local de origem de Roma. Próximo dali estão as Termas de Caracalla. Essa é a região das ruínas, a área é bastante extensa e o passeio bem longuinho, mas vale muito a pena conhecê-las e andar por ali. Fomos andando até a Bocca della Veritá, na praça de mesmo nome há umas ruínas bem interessantes do Foro Boario, como o templo de Hércules. Vale a pena caminhar até o Circo Máximo, onde ocorriam as corridas de cavalo da Antiguidade e foi cenário de filmes famosos.



Dia 13 – Reservamos esse dia para conhecermos Napoli e Capri. Queríamos incluir Pompéia no circuito, mas não foi possível. Começamos por Napoli, pois no porto de lá pegaríamos um barco que nos levaria a Capri, onde passaríamos o dia. É um museu a céu aberto, com castelos medievais. No Castel Nuovo estava acontecendo um casamento fofo, com a noiva de Fiat 500 com suas daminhas e pajens, fofo demais! Rsrs De lá, avista-se o Vulcão Vesúvio. Fizemos um tour caminhando pela cidade e conhecendo os principais pontos. De lá, partimos para Capri, que é deslumbrante. Fizemos um passeio de barco de aproximadamente 1h e meia, pelas grutas, formações rochosas e toda a costa de Capri, até os Faragliones (as formações rochosas no mar mais famosas de lá). O azul do mar é belíssimo e o dia estava lindo também, o que ajudou bastante. Ao chegarmos em Capri, pegamos um Funicular para a parte alta da cidade. A vista é sensacional, uma espécie de Mirante para fotos. A ilha de Capri é o balneário dos ricos europeus, então nada lá é barato. Há muitas lojas de grifes e restaurantes caros. Mas sempre é possível tomar um gelatto delicioso e almoçar em um local bacana a preço justo. Almoçamos no Restaurante La Pigna, comida maravilhosa e uma vista deslumbrante da ilha. Depois caminhamos pela ilha, na Piazzetta há muitos cafés e na Via Camerelle, conhecida como a rua das compras, as lojas de marcas de luxo. Passamos o dia na ilha, vimos o por do sol deslumbrante de lá e pegamos o barco de volta para Napoli. Capri fica a aproxidamente 3h de Roma. 




Dia 14 – reservamos duas noites extras em Roma para conhecermos um pouco mais a cidade. Mesmo estando em excursão, é vantagem fazer isso, pois o custo de prolongar a hospedagem é bem baixo. Era domingo, o tradicional dia de aparição do Papa na Piazza San Pietro e resolvemos voltar lá. Os metros são bem cheios. O discurso público do Papa ocorre ao meio dia, como chegamos cedo, fomos novamente na Basílica de São Pedro e dessa vez, subimos na Cúpula. Por uma diferença de dois euros no ingresso, é possível subir de elevador. Faça isso, pois nós não imaginávamos o que nos esperava, mesmo indo de elevador! Rsrs Além da cúpula interna da basílica, é possível subir na Cúpula externa. Eu me arrependi amargamente de ter feito isso. A subida para a cúpula interna é bem tranquila mas para a externa é uma infinidade de degraus, em um corredor extremamente estreito que só passa uma pessoa por vez e sem ventilação alguma. O dia estava muito, muito quente, e uma vez subindo não dava mais para descer! Várias pessoas passando mal, não tem saída de emergência, nem sinalização alguma de que você esteja chegando no topo. Sensação horrorosa de claustrofobia, a parede vai entortando e em alguns momentos você passa quase abaixado! Achei horrível, parecia não ter fim. A vista é realmente linda, dá pra ver Roma inteira, mas se eu soubesse que seria assim, não teria subido. Talvez tenha sido o dia errado, por estar muito cheio devido a aparição do Papa, mas, particularmente, não curti e não faria de novo. Ver o Papa também foi um programa meio de índio, a praça fica absurdamente lotada em questão de segundos e ele praticamente não aparece, faz o discurso de dentro do quarto sem projetar o corpo para fora, então, posso dizer que fui a Roma e vi a mão do Papa! Rsrs Depois fomos a Igreja de São Clemente e novamente ao Pantheon, para visitarmos seu interior. Continuamos na Piazza della Rotonda e fomos conhecer a Igreja de Santa Maria Sopra Minerva, que abriga obras de Michelangelo e túmulos de papas e santos, foi erguida sobre o antigo Templo de Minerva.Novamente passamos pela Coluna de Marco Aurélio e vimos o Obelisco do Elefante, de Bernini. Fomos caminhando até a Piazza Navona, vimos o Pasquino, a mais famosa estátua “falante” de Roma; fomos até a Igreja San Luigi dei Franchesi, que possui obras de Caravaggio; Igreja de Sant´Ivo; Sant´Agostino; Santa Maria della Pace; fomos até o Palazzo Massimo alle Colonn e e e Palazzo Madama; palazzo Phampilli; Chiesa Nuova e Santa Maria della Anima. Essa praça foi um dos nosso lugares preferidos em Roma e retornamos a ela várias vezes. Nesse dia, almoçamos mais uma vez por lá. Seguimos para o Campo Dei Fiori até o Capitolino, passamos pelo Largo di Torre Argentina, onde estão ruínas republicanas. Fomos até o palácio imperial do Palatino e novamente passamos pelo Foro Romano, Termas e Coliseu. Fomos até a Piazza de Spagna, Igreja de Santa Maria Del Popolo, Santa Maria dei Miracoli, e novamente passamos pela Fontana di Trevi. Na nossa estadia em Roma, houve um problema nos dutos da Fonte e a desligaram. Retornamos a fonte diversas vezes para tentar pegá-la funcionando, mas não tivemos sucesso. Ela estava desligada há vários dias e assim permaneceu até o fim da nossa estadia. Retornamos a Piazza Navona para jantar, tomamos o tradicional tartufo (sorvete trufado) no Tres Scalini, um restaurante bem tradicional de lá conhecido por ter o original tartufo de Roma. Nesse dia, teve show dos Rolling Stones no Circo Máximo e fomos lá dar uma espiada também (os ingressos estavam esgotados e não sabíamos que estava rolando o Rock In Roma, um festival bem tradicional de lá com bandas iradas). Ficamos até tarde curtindo a noite de Roma e depois retornamos ao hotel.




Dia 15 – Passamos o dia curtindo a famosa “dolce vitta” italiana, tiramos o dia para passearmos sem pressa, voltarmos aos nossos lugares preferidos, irmos a lojinhas e supermercados, almoçarmos em um lugar bacana. Não deixem de ir na loja da Lindt na Piazza Madalena e na Vench, que é uma loja maravilhosa de chocolates e de tomarem os gelattos de lá. São sensacionais, deliciosos. Os preços de lá são bem melhores que os do free shop no Brasil e dá pra comprar 3 barrões de lindt por 9 euros. Vale muito a pena. Caminhamos bastante para nos despedirmos de Roma, com um desejo enorme de voltar.

Dia 16 – Retorno ao Brasil

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